Mesmo não existindo registro por parte da Secretaria Municipal de Saúde de Messias Targino, o município já enfrenta uma onda de conjuntivite. A falta de registro é por que a doença cuja notificação não é obrigatória;

Todos o ano, principalmente no período de inverno a onda de conjuntivite reaparece. Porém este ano, em Messias Targino o avanço da doença é mais forte;
Devido as condições do clima e o contato entre as pessoas que estão acometidas do problema o número de pessoas contaminadas é bem maior gerando a maior propagação de uma doença numa área menor, como um bairro de uma cidade, uma creche, uma escola.
Devido à rapidez da disseminação da doença, os especialistas dizem que se trata de uma conjuntivite do tipo viral. A doença é mais feia esteticamente, mas não causa lesões permanentes.
Devido à rapidez da disseminação da doença, os especialistas dizem que se trata de uma conjuntivite do tipo viral. A doença é mais feia esteticamente, mas não causa lesões permanentes.
A recomendação é que as pessoas não devem se automedicar, comprar um colírio na farmácia sem a orientação de um médico. Elas correm o risco de agravar a situação ao usar um medicamento que não é o mais adequado.
O paciente, assim que apresentar os sintomas da conjuntivite deve procurar orientação médica. O cuidado com a higiene pessoal é fundamental para reduzir os riscos de contágio. Lavar sempre as mãos, evitar compartilhar objetos pessoais, toalhas, óculos e ambientes fechados, onde haja pessoas infectadas, são outras providências necessárias. O paciente pode fazer compressas geladas, limpar os olhos com água boricada e também, em alguns casos de conjuntivite viral, ingerir vitamina C para aumentar a resistência do organismo.
De acordo com o especialista, a conjuntivite viral é altamente contagiosa, com um período de incubação que varia entre quatro e sete dias. A cura demora de dez a 12 dias. Quando o paciente tiver secreção nos olhos, deve evitar ir ao trabalho.
Fonte: Pôla Pinto
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